Para quem vive mergulhado no mundo dos estudos sabe exatamente o que é essa sensação: ter muitos materiais e ainda acreditar que não é o material ideal.
Parece até uma mania: sentar para estudar e começa a vontade de comprar mais um material que foi o mesmo usado pelo colega que passou nos primeiros lugares de diversos concursos.
Nesse artigo, você vai entender que o problema pode não ser o seu material, mas sim a forma que você estuda e transforma esse material em uma ferramenta eficiente de estudo.
Relembramos que é importante ter um material atualizado e bem recomendado, mas a sua aprovação vai depender muito mais do número de vezes que você consegue revisar e lembrar dos detalhes.
E com toda certeza, vídeoaulas enormes, PDFs extensos e resumos que não tem fim são ferramentas que podem está fazendo sua aprovação ficar cada vez mais distante.
Muita coisa mudou com as diversas oportunidades de estudo que temos, antigamente o que dominava eram os cursinhos presenciais, com o custo bem mais alto, exigiam uma logística de transporte, alimentação e outros fatores que para muitos estudantes são obstáculos para começar ou continuar a jornada dos estudos.
Agora, com um novo cenário facilitador: o estudo à distância, muita coisa mudou e já é possível o acesso aos materiais de excelentes professores.
Ao mesmo tempo que há uma enorme facilidade em ter vários materiais, por outro lado, é exigido do estudante um nível de disciplina e constância muito superior.
Quando o assunto é organização, planejamento e controle, o empurrão que você precisa para ter disciplina e constância nos estudos, é a plataforma de estudos: o Estudei, se ainda não conhece, clique aqui. Os resultados dos estudantes que adotaram essa ferramenta são incríveis.
Voltando ao problema de ter muito material de estudo: não é raro o estudante começar com um material de estudo e, muitas vezes, não chega na metade, já trocar de material.

Ter opções demais tornou-se uma fonte de insegurança, e assim começa o ciclo de comprar materiais novos, acreditando que tudo vai mudar, mas na verdade o que precisa ser mudado é a forma que você estuda o material que você tem.
Acredite: é muito mais eficaz aprender como estudar, de modo que você consiga analisar se o seu material é completo e suficiente para cobrir as possíveis questões da prova, do que ficar trocando de material a cada prova.
É justamente por esse fenômeno que muitos estudantes estão sempre recomeçando.
E para acabar de vez com esses eternos recomeços e a dúvida comum entre estudantes de concurso público, universitários, residentes e qualquer pessoa que precisa aprender para acertar as questões: como transformar o material de estudo em uma ferramenta eficiente?
Primeiro, repita várias vezes a seguinte frase, principalmente para aqueles que estudam por vídeoaula: assistir não é estudar.
Assistir é receber informação. Estudar é transformar essa informação em algo que você entende, organiza e revisa, inúmeras vezes.
Vamos à prática, temos certeza que se você ativar o olhar crítico para o material que tem e alinhar a forma que o material apresenta o conteúdo, com a criação de um material de revisão efetivo e analisar a forma que as bancas de provas estão cobrando, não tem jeito, uma hora você será aprovado e muito bem classificado.
Chegou a hora de aprender um passo a passo prático para transformar qualquer aula, em um conteúdo que realmente fica na memória.
1. Comece pela atenção: assistir ativamente muda tudo
Antes de pensar em anotações, foco ou memorizações mágicas, existe um primeiro ponto obrigatório: atenção.
Tire de vez a prática de assistir a uma aula mexendo no celular, respondendo mensagem ou fazendo qualquer outra coisa que tire o mínimo de atenção. Isso só atrapalha a transformação do conteúdo da aula em conhecimento.
Uma boa técnica é manter um papel ao lado apenas para marcar palavras-chave, conceitos importantes ou ideias que chamam atenção.
Atenção: Evite anotar tudo, isso só te cansa mais e não contribui para uma aprendizagem mais eficiente.
2. Transforme a aula em memória: pratique a recuperação ativa
Assim que terminar o vídeo (ou ao finalizar um bloco da aula), pare tudo por 5 minutos e faça uma pergunta simples:
O que eu consigo recordar sem consultar nenhum material?
Pegue uma folha em branco e escreva o que conseguir recuperar da memória.
Não foque em aparência, estrutura ou em fazer tudo perfeito, é justamente esse exercício que mais estimula o cérebro a recuperar o conteúdo depois.
A recuperação ativa faz o cérebro marcar aquela informação como importante.
Muitos estudantes acreditam que isso pode ser perda de tempo, mas não imaginam os benefícios dessa prática para a memória de longo prazo.
3. Aprofunde e contextualize
Agora que a memória já foi ativada, começa a etapa de elaboração, que consiste em dar significado ao que foi estudado.
Nesse momento, vale buscar definições mais objetivas, consultar leis, mapas mentais, livros ou PDFs, assistir a outro professor explicando o mesmo conteúdo, pesquisar exemplos práticos e relacionar o tema novo com conhecimentos que você já possui.
4. Transforme tudo em um material visual e objetivo
Agora é o momento de construir o seu material de estudo. Esqueça resumos extensos que acabam sendo abandonados, e também a prática de copiar a aula inteira. O objetivo é que você consiga rever os tópicos, lembrar dos principais conceitos em um tempo curto: isso é ter um material efetivo.
O foco deve ser a criação de materiais visuais, objetivos e realmente funcionais, como cartões de perguntas e respostas (flashcards), esquemas, tópicos curtos, setas e relações entre ideias, comparações e quadros-resumo com o essencial do conteúdo.
Sobre materiais de estudo bem elaborados, indicamos os Mapas Mentais (@mapasdalulu) que se destacam por ser um material eficiente e isso reflete a quantidade de aprovados nos últimos concursos públicos. Os Mapas da Lulu funcionam tanto como material guia, orientando o estudo desde o início, quanto como material de revisão, facilitando a retomada rápida dos conteúdos.
5. Revisão: o que faz o conteúdo durar na memória
Depois de transformar a aula em um material eficiente, entra a parte que a maioria pula: a revisão.
Pular a revisão é um dos maiores erros que um estudante pode cometer.
Se você não revisar, seu cérebro entende que aquela informação não é útil e simplesmente descarta.
Existem várias formas de programar a sua revisão, e o Estudei pode programar tudo para você, de acordo com a sua rotina. Uma sugestão são as revisões espaçadas:
- 1ª revisão: no mesmo dia.
- 2ª revisão: entre 24h e 72h.
- 3ª revisão: 7 dias depois.
- 4ª revisão: 30 dias depois.
6. Conclusão: assistir é só o começo
Assistir a uma aula, por si só, não garante aprendizado. Você aprende de verdade quando transforma aquela aula em conhecimento. Esse processo envolve atenção, recuperação ativa, elaboração do conteúdo, uso de materiais visuais e revisões espaçadas ao longo do tempo.
Se você quer tornar seus estudos mais organizados, estratégicos e com resultados concretos, vale conhecer o Estudei. Ao clicar aqui, você terá acesso a um ambiente completo para aplicar tudo o que foi apresentado neste artigo e, finalmente, perceber uma evolução consistente nos seus estudos.
Com isso, encerramos mais um artigo feito para te ajudar a transformar a teoria em prática no dia a dia dos estudos. A partir dessas orientações, o material deixa de ser um obstáculo e passa a trabalhar a seu favor na preparação para a prova.
Até o próximo artigo!